Saltos

O salto com vara é quase um voo. É como se o atleta pulasse um prédio de dois andares – os recordes mundiais e olímpicos hoje estão entre os 5 e 6 metros de altura.

O esporte tem origem europeia e surgiu em regiões pantanosas na Holanda e na Inglaterra, onde era preciso saltar sobre grandes áreas encharcadas – e para isso usava-se uma vara de madeira. Se no início o objetivo era ir mais longe, hoje a vasta oferta de tipos de varas permite ao atleta “voar” mais alto. Elas podem ser de qualquer tamanho e espessura, de bambu, fibra de vidro ou fibra de carbono, mais ou menos flexíveis, ao gosto do atleta. O atleta do salto com vara tem uma liberdade inédita na escolha de seus implementos e equipamentos – confira aqui, na Ana Bely, as dezenas de opções entre varas de todos os tamanhos e níveis de competição, certificadas pelo IAAF, além de postes, colchões para queda, sarrafos e acessórios. Todos de marcas reconhecidas, como Vinex, Polanik, Gill e Sportland, preço imbatível e garantia de qualidade Ana Bely.

A pista de corrida para o salto deve medir no mínimo 45 metros, tendo ao seu final uma barra horizontal de 4,5 m de comprimento, 2,260 kg de peso máximo, sustentada por duas traves laterais. À frente do obstáculo, uma caixa de metal ou serve de apoio para a impulsão do competidor. As mesmas regras do salto em altura são aplicadas à vara; o atleta tem três tentativas, mas pode se recusar saltar determinada altura preferindo esperar por outra maior. Não conseguindo passar a altura depois de três tentativas na mesma altura ou alturas combinadas, é eliminado. Caso empatem na mesma altura final, o desempate é feito pelo número menor de tentativas para superar a altura imediatamente anterior.

RECORDES As mulheres puderam competir no salto com vara apenas a partir dos Jogos Olímpicos em Sydney, em 2000, apesar de ser uma modalidade olímpica desde o ano de 1986. Desde então, a russa Yelena Isinbayeva detém os recordes mundial e olímpico, com a diferença de apenas um centímetro – 5,06 metros em uma competição em Zurique, em 2009, e 5,05 metros nos Jogos de Pequim, em 2008. O recorde mundial masculino é do francês Renaud Lavillenie, em 2014, com 6,16 metros e o recorde olímpico foi obtido pelo brasileiro Thiago Braz nos Jogos do Rio, em 2014, com 6,03 metros. Antes deles o maior ídolo do esporte, o ucraniano Sergei Bubka, já tinha cravado os 6,15 metros em 1993.

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